Claudia Schiavone

Essaúna, Cigana, Claudia... Muitas vidas, Infinitas palavras!

Meu Diário
03/03/2015 09h59
Bom dia!

Bom dia!

Lindo dia, podendo olhar e admirar uma bela flor, sentindo o que ela nos traz!

E o que ela nos traz?

Talvez a beleza da simplicidade, o encanto da criação Divina, onde apenas fazemos parte; não somos nada a mais que essa bela flor, ao contrário, às vezes somos menos...

Está aí, no seu ciclo entre flor, semente e fruto! E para esse ciclo precisou ser polinizada por um inseto!

O que nos poliniza no dia a dia? O que é esse vetor de transformação em nossa vida?

Perguntas...

Sempre existirão, e isso não significa que precisam todas ser respondidas, significa que buscamos mais, que nos questionamos. Ao menos para mim significam que quero, através delas, melhorar-me, descobrir sentimentos, buscar entendimentos e cada vez mais crescer com isso.

Sempre estou a me perguntar muitas coisas, algumas respondo com alguma certeza, outras ficam no ar... Mas creio que cada coisa acontece no exato momento em que deveria acontecer, cada final chega quando era tempo de chegar, cada começo vem quando estamos mais maduros para tanto, e assim sigo. Não é fácil essa aceitação, esse entendimento, a espera às vezes é cruel, maltrata, mas o dia esperado chega; e com ele virão novos questionamentos, talvez de outras pessoas... Faz parte desse viver neste Plano.

O que procuro buscar e saber é o que me poliniza, o que faz meu ciclo continuar, o que me transforma para uma pessoa melhor, o que me traz paz de alma, o que me traz a plenitude. Na maioria das vezes, nesta busca, são coisas bem simples que agem como o “inseto” da minha flor: é poder ver numa simples flor a mensagem que ela me traz, é me desnudar em versos e prosas, é sentir cada nota de uma linda música, é uma palavra amiga num momento de carência, é um olhar cuidadoso e cheio de carinho, é um pensamento elevado em prece.

Vim hoje aqui neste cantinho, me abrir como essa flor e tentar mostrar que hoje ela está aí aberta, linda, e amanhã será um fruto; que há um ciclo para todas as coisas, que sempre nos faremos perguntas e nem sempre teremos respostas, que chorar pela flor que fechou ontem nos impede de ver a beleza da nova flor que se abre hoje. O hoje também é um ciclo, é o que vivemos, é o presente que nos foi dado; remoer o passado é deixar de ver a beleza do novo que se abre à nossa frente e temer pelo futuro é viver na incerteza se teremos ou não novas flores, novas oportunidades.

Namastê,

Beijo grande,

Claudia (Pretinha)

03/03/15

 


Publicado por Claudia Schiavone em 03/03/2015 às 09h59
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24/11/2013 18h22
PENSATIVA...

Passamos por tantas dores, perdas, provações... Não deveríamos nos entristecer então com coisas pequenas, com pessoas que já sabemos no fundo como são, como se portam, como são puramente fiéis aos seus interesses...

As pessoas estão numa fúria tão grande de ter muito, de ser o melhor, de estar à frente, sem importar se para isso pisam, passam para trás, perdem uma amizade. Vivem dizendo de mudanças, de falsidades e não se dão conta que a vida não se resume tão somente em cifras, status.

Ética é o que menos se vê, lealdade é nula, interesse é primordial.

E porque ainda nos desgastamos, nos decepcionamos por pessoas que não valem à pena?

Acho que porque, na verdade, temos uma esperança da evolução destas pessoas, achamos que elas possam ter crescido com seus problemas, que tenham começado a enxergar o verdadeiro valor das coisas, do que realmente importa na vida. Ou porque mesmo nos magoando, ainda assim nosso coração tenta ajudá-las...

Como digo, não evoluímos pelo outro!

Melhor seguir sem algumas expectativas... E continuar sendo grata a tantas outras pessoas cheias de luz que a vida nos presenteia!

Claudia Schiavone – 24/11/13

 

 


Publicado por Claudia Schiavone em 24/11/2013 às 18h22
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27/09/2013 23h09
A VIDA, ESSA ESCOLA...

 

Às vezes penso em tudo, cada passo vivido, cada acontecimento, cada aprendizado. Penso nas responsabilidades com que viemos para este plano, responsabilidades para com os outros e conosco mesmos.

Mas também penso até onde vai esse resgate...

Penso que ao fazermos certas escolhas, cumprimos com a obrigação, mas abrimos mão de sonhos, de desejos, do coração...

Penso que doar-se é gratificante, mas muitas vezes, refletindo, sinto-me tão sem colo...

Penso (ou sinto) em muitas situações, que não sou mais parte deste mundo, que o que busco está além... São coisas simples, paz, ambições pequenas, quase nulas! E como isso causa incompreensão!

Isso não quer dizer que eu não ame mais a vida, ao contrário, sou completamente apaixonada por ela, e por isso busco a plenitude!

Mas aqui é aprendizado puro, e as dificuldades é que nos impulsionam, nos ensinam. Crescer dói... E como dói!

Aula período integral, muita lição de casa, avaliações constantes...

“Bora” lá que nesta escola não tem feriado...

Claudia Schiavone- 25/09/13

Imagem- Cássio Crestana

 

 

 

 

Foto- Cássio Crestana

 

 


Publicado por Claudia Schiavone em 27/09/2013 às 23h09
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16/08/2012 00h53
Dói demais...

Porque tem coisas que doem demais?


Publicado por Claudia Schiavone em 16/08/2012 às 00h53
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08/06/2012 01h07
CORAGEM

 

Como traduzir tanto pensamento, como parar esse tormento?

Dias e dias, e a mente não para, e o coração sofre...

Porque tem que ser assim?

Mas tem que ser assim?

Será que os outros pensam tanto em mim, como eu neles? Será que para tomarem decisões fundamentais e cruciais, pensam também como eu ficaria?

Às vezes, e são muitas, sinto-me tão bem só...

Estar só é um exercício para a alma, que tenho realizado com muito prazer! Passo horas agradáveis comigo mesma, numa paz incrível.

Como explicar essa satisfação?

Preciso explicar esse prazer?

Porque não consigo ser  um pouco egoísta, e pensar em mim somente,

Ao menos nesta fase tão difícil de minha vida?

Porque é tão difícil desatar os nós, e ir nos libertando das coisas que hoje é apenas passado? Passado sim, cheio de alegrias, e descrenças, de lembranças e lágrimas, de risos e desenhos, mas passado.

Dizem que quem vive no passado, é como correr atrás do vento...

Porque não sinto o vento então? O vento que tanto me fascina!

Porque acho que não posso?

É esse medo que corta as vibrações e não me leva onde quero.

Vou aproveitar os momentos de solidão, em que me sinto tão bem, e exercitar a coragem!

Preciso desta coragem!

 

 

 

Claudia Schiavone- 08/06/12


Publicado por Claudia Schiavone em 08/06/2012 às 01h07
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